domingo, 18 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
apelos reais e passados
ENGANAR ME, ME PARECE FÁCIL QUANDO NECESSÁRIO.
São sentimentos crueis que me sustentam, pois foram estes que me derrubaram.
Não por maldade de ti, mas por bondade a mim.
Quero ser melhor para não dizer que quero lhe pior.
Para manter a força fingidade que não tenho, e recolher me a um achismo incerto que conheço bem.
Só assim percebo me bem, meu bem.
meu resgate,
Morro de rir ao reler meu texto.
Não me considero, e não me consideram, tão emotiva quanto aparento como "escritora".
Pelo contrário, sou insensível para alguns. Apesar de me debruçar em lágrimas ao ver um filme ou ler um livro um tanto quanto dramático(meus preferidos por sinal).
Não, eu tenho sentimentos sim. Só me falta paciência a frescurinhas amorosas reais, prefiro a ficção.
O que quero provar me centralizando como exemplo é a possibilidade de "Ogros", como eu, escrever.
E escrever, quando digo, não significa apenas ordenar palavras ou argumentar em formalidades estatísticas.
Escrever é sentir,
Escrever é perceber,
Escrever é se debruçar em pensamento, é organizar, é desabafar.
Me vejo em continua iniciação,
mas me lembro de versos antigos e gostaria de resgata-los agora.
Sinto falta deles, e temo por esquece-los.
Não me considero, e não me consideram, tão emotiva quanto aparento como "escritora".
Pelo contrário, sou insensível para alguns. Apesar de me debruçar em lágrimas ao ver um filme ou ler um livro um tanto quanto dramático(meus preferidos por sinal).
Não, eu tenho sentimentos sim. Só me falta paciência a frescurinhas amorosas reais, prefiro a ficção.
O que quero provar me centralizando como exemplo é a possibilidade de "Ogros", como eu, escrever.
E escrever, quando digo, não significa apenas ordenar palavras ou argumentar em formalidades estatísticas.
Escrever é sentir,
Escrever é perceber,
Escrever é se debruçar em pensamento, é organizar, é desabafar.
Me vejo em continua iniciação,
mas me lembro de versos antigos e gostaria de resgata-los agora.
Sinto falta deles, e temo por esquece-los.
Saibam eu consigo
Subestimaram-me, duvidaram da minha capacidade de escrever
De organizar as palavras e nelas plantar sentidos diferentes
De como posso induzir ideias por meio das letras
E transmitir sentimento através de combinações de fonemas.
Saibam que eu consigo, tanto conheci e escutei
Tanto pra falar e mostrar
Não diria eu experiente ainda
Mas em continuo experimento
Não sei se devo então me vangloriar de tal mérito
Não vejo dificuldade neste ato
Escrevo o que penso, o que vejo e sinto
E quem é que não pensa, vê e sente?
Saibam que eu tento, uma letra de cada vez
Sílaba por sílaba, até se tornarem textos
Talvez um dia livros e assim gradativamente
Esperando só pelo momento de fazer-lhes escrever também.
De organizar as palavras e nelas plantar sentidos diferentes
De como posso induzir ideias por meio das letras
E transmitir sentimento através de combinações de fonemas.
Saibam que eu consigo, tanto conheci e escutei
Tanto pra falar e mostrar
Não diria eu experiente ainda
Mas em continuo experimento
Não sei se devo então me vangloriar de tal mérito
Não vejo dificuldade neste ato
Escrevo o que penso, o que vejo e sinto
E quem é que não pensa, vê e sente?
Saibam que eu tento, uma letra de cada vez
Sílaba por sílaba, até se tornarem textos
Talvez um dia livros e assim gradativamente
Esperando só pelo momento de fazer-lhes escrever também.
Entrelaço
Escutei exatamente hoje "caminhar é bom para aqueles que se amam", na realidade o sentido era esse mas as palavras ditas não.
É evidente que a ideia é perfeitamente coerente, quem nunca caminhou de mãos dadas e se sentiu de certa forma em plena ligação imaginaria ao parceiro e ausência do mundo? E o caminhar ao entrelaço de mãos se torna obrigatório sem carga pesada da obrigação.Casais não andam separados e se tentam, um clima de tenção e desinteresse se vê presente.
Existe um feito extremamente difícil mas se quando alcançado é de imensa adoração, se perfeitamente realizado torna-se magico e natural. Depois de aflorar-lhes a imaginação sinto decepciona-los mas o tal feito é simples, andar de mãos dadas em total silencio.
Minhas experiências quanto o não som absoluto e o caminhar não são em geral boas lembranças. Normalmente acontece quando se perde os assuntos, não se encontra desculpas, falta animo, iniciativa. São fatores piores do que brigas, insultos, ofensas, acusações, encomodos. São indiferenças que se insistem constantes, diferentemente das irritações "fogo de palha".
Mas quando o silêncio conquistado, sem qualquer atrito de antes, traz calma e não há necessidade de voz e muito menos incomodo pela ausência desta. O caminho se passa sem um objetivo, os metros ficam para traz e se houvessem quilômetros também seriam deixados as costas. O mundo se vai, o olhar corre sem preocupações e quando encontram a dupla de pupilas parceiras se perdem em sorrisos de canto de boca. A descrição é lenta e de carácter romântico, iludido e inacessível. A realidade é simples mas a imaginação é melhor. Tudo se dá e se resume em harmonia e infinidade.
Sinceramente e infelizmente, foram poucos esses meus momentos. Não vivo infeliz por isso, os dedos continuam a se entrelaçar mesmo que de maneira mais simploria. E a conectividade não se perde mesmo se acompanhada de som, gosto de som. Não fiz um apelo, apenas um comentário, uma observação, compartilhei uma encantamento.
E o que mais me faz refletir sobre as mãos dadas se vê a todo momento. Como me sinto bem, enquanto todos se sentem excessivamente normais, ao dar as mãos a uma criança. Percebo confiança e a naturalidade que falta quando muita idade. Feito tão belo de demonstração de afeto que as pessoas insistem em complicar, não vejo problema em caminhar, e deve ser lento para acompanha-la, com uma criança e silêncio.
Tenho um outro exemplo, meu em particular, a qual não abro mão e pretendo cultiva-lo eternamente. Me entrelaço em mãos com minha mãe. E sinto falta quando não. Evito vergonha, clamo por contato e espero não perde-lo de ninguém.
O entrelaço de dedos é perfeito, simétrico, quente, confiante. O desenho entre unhas, o contato entre calos, o movimento de articulações, aproxima e cativa. Conservo e recomendo, sinto por aqueles que evitam e invejo os que o conseguem com facilidade. Me entrelaço e espero ser ainda muito entrelaçada.
É evidente que a ideia é perfeitamente coerente, quem nunca caminhou de mãos dadas e se sentiu de certa forma em plena ligação imaginaria ao parceiro e ausência do mundo? E o caminhar ao entrelaço de mãos se torna obrigatório sem carga pesada da obrigação.Casais não andam separados e se tentam, um clima de tenção e desinteresse se vê presente.
Existe um feito extremamente difícil mas se quando alcançado é de imensa adoração, se perfeitamente realizado torna-se magico e natural. Depois de aflorar-lhes a imaginação sinto decepciona-los mas o tal feito é simples, andar de mãos dadas em total silencio.
Minhas experiências quanto o não som absoluto e o caminhar não são em geral boas lembranças. Normalmente acontece quando se perde os assuntos, não se encontra desculpas, falta animo, iniciativa. São fatores piores do que brigas, insultos, ofensas, acusações, encomodos. São indiferenças que se insistem constantes, diferentemente das irritações "fogo de palha".
Mas quando o silêncio conquistado, sem qualquer atrito de antes, traz calma e não há necessidade de voz e muito menos incomodo pela ausência desta. O caminho se passa sem um objetivo, os metros ficam para traz e se houvessem quilômetros também seriam deixados as costas. O mundo se vai, o olhar corre sem preocupações e quando encontram a dupla de pupilas parceiras se perdem em sorrisos de canto de boca. A descrição é lenta e de carácter romântico, iludido e inacessível. A realidade é simples mas a imaginação é melhor. Tudo se dá e se resume em harmonia e infinidade.
Sinceramente e infelizmente, foram poucos esses meus momentos. Não vivo infeliz por isso, os dedos continuam a se entrelaçar mesmo que de maneira mais simploria. E a conectividade não se perde mesmo se acompanhada de som, gosto de som. Não fiz um apelo, apenas um comentário, uma observação, compartilhei uma encantamento.E o que mais me faz refletir sobre as mãos dadas se vê a todo momento. Como me sinto bem, enquanto todos se sentem excessivamente normais, ao dar as mãos a uma criança. Percebo confiança e a naturalidade que falta quando muita idade. Feito tão belo de demonstração de afeto que as pessoas insistem em complicar, não vejo problema em caminhar, e deve ser lento para acompanha-la, com uma criança e silêncio.
Tenho um outro exemplo, meu em particular, a qual não abro mão e pretendo cultiva-lo eternamente. Me entrelaço em mãos com minha mãe. E sinto falta quando não. Evito vergonha, clamo por contato e espero não perde-lo de ninguém.
O entrelaço de dedos é perfeito, simétrico, quente, confiante. O desenho entre unhas, o contato entre calos, o movimento de articulações, aproxima e cativa. Conservo e recomendo, sinto por aqueles que evitam e invejo os que o conseguem com facilidade. Me entrelaço e espero ser ainda muito entrelaçada.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
escrevi de presente
Dessa vez são linhas escritas sem preocupações estéticas,
são pensamentos lançado sem impedimentos.
Minhas palavras se confundem a você.
Que me recebe sem julgamento físico ou outro,
que me atende independente de tudo.
Aqui estão versos meus para espirar os seus.
Feliz dia dos Namorados, por que se amor é o sentimento conjugado no namoro,
considero-lhe um parceiro a que amo e respeito.
O amor não reina em casais, e sim em todos que se gostam.
Diríamos, então, não existem declarações que não as piegas.
Não existem dedicatórias que não as repetitivas e bregas.
Não existem homenagens que não as exageradas e aumentativas.
Não existe amor que não o bobo e iludido.
Acá venho-lhe tentando mostrar originalidade,
sem abandonar a ilusão boba, o exagero e o aumento, a repetição brega
e por você, o sentimento piega.
são pensamentos lançado sem impedimentos.
Minhas palavras se confundem a você.
Que me recebe sem julgamento físico ou outro,
que me atende independente de tudo.
Aqui estão versos meus para espirar os seus.
Feliz dia dos Namorados, por que se amor é o sentimento conjugado no namoro,
considero-lhe um parceiro a que amo e respeito.
O amor não reina em casais, e sim em todos que se gostam.
Diríamos, então, não existem declarações que não as piegas.
Não existem dedicatórias que não as repetitivas e bregas.
Não existem homenagens que não as exageradas e aumentativas.
Não existe amor que não o bobo e iludido.
Acá venho-lhe tentando mostrar originalidade,
sem abandonar a ilusão boba, o exagero e o aumento, a repetição brega
e por você, o sentimento piega.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
versos das minhas madrugadas
ai, saudade que me persegue
e me relembra do perfeito afeto
que deixei em minha morada.
Santa é a embriagues que
reforça meus sentimentos
e me embebeda de amor.
e me relembra do perfeito afeto
que deixei em minha morada.
Santa é a embriagues que
reforça meus sentimentos
e me embebeda de amor.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
La Mer
Talvez seja o recesso quanto as atividades, ou a simples manha por estar um pouco acidentada. As férias, a perna devidamente rasgada ou o que seja, não ouso nem determinar motivos para minha insistente preguiça. Confesso que não sinto falta do meu animo perdido, por enquanto, tenho direito a descanso, apesar que me sinto egoísta quando digo descanso por que se pode interpretar que faço algo que exige esforços, e nem é.
Não quero falar,
não quero ler,
nem mesmo escrever, e é por isto que tal texto se mostra descartavel, meu adorável lixo que ao menos se encontra aqui.
La Mer
Não quero falar,
não quero ler,
nem mesmo escrever, e é por isto que tal texto se mostra descartavel, meu adorável lixo que ao menos se encontra aqui.
La Mer
La mer
Qu'on voit danser le long des golfes clairs
A des reflets d'argent
La mer
Des reflets changeants
Sous la pluie
La mer
Au ciel d'été confond
Ses blancs moutons
Avec les anges si purs
La mer bergère d'azur
Infinie
enfim, minha preguiça me degrada ao som amável de Piaf.
enfim, minha preguiça me degrada ao som amável de Piaf.
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