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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Acá voltei!

aqui acá de volta!
Perdoe me o abandono, abandonei a mim e não a vos. Hoje me recupero dos exageros medilcres de que insiste viver os jovens que com poucas casas de vida se notam importantes.
Mal sabemos nós que sofremos atoa. Mas sofremos para aprender a sofrer já que depois de sofrido, sofro melhor, apesar de um sofrimento sempre parecer pior.
Não me delongo em matéria maléfica, hoje opto pelas benéficas. Minha presença, no auge de minha alegria posso afirmar: tem algo mais agradável que enfim terminar meu momento de ausência, minha junção a ti? Ah humildade, não me venhas com regras morais, hoje não me encaixo a nivéis sociais. Deixei o travesseiro assim como quem deixa o tédio, tenho a vida, essa acordada.
Não me baseio mais em um pessimismo romântico, acá, nesse mesmo plano estão meus desejos.
Não mais escrevo, não canso meus dedos. Agora rezo, jaz aí minha oração que soua no papel como voz ritimada.
Volto no intuito de ter me comigo o que bom me parece, me rasga orelha a orelha um sorriso de dentes egoístas. Acá, egocentrismo companheiro, siga em frente que atrás foi se pretérito o que não nos pertence e nunca pertenceu.
Enfim, encerro o começo com palavras devidas de crentes. Pois creio, adiante. Amém

2 comentários:

  1. Desculpe-me pelo termo mas,seu texto é FODA. A cada dia me surpreendo com seus maravilhosos textos e me inspiro muito em você.

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  2. menina! Que vocabulário é esse, parabéns! Super bem-usado. Pelo visto as obras chatas do visão estão interferindo positivamente em você.
    E tomara que essa sua volta a si seja verdade.

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