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quarta-feira, 8 de junho de 2011

As curvas do vento

E quando agente recorda o passado,
que guarda distante?
E pensa poder ter interferido e mudado o futuro,
que passou em um instante?
E o futuro se vê presente, já não tão contente
do planejado futuro que se fez no passado
e hoje se passa insuficiente?

Pudera eu derrubar o tempo
que corre ligeiro e disposto
e mudar-lhe a direção
E assim como o vento
que vem, alegrando me o rosto
direto pro meu coração.

2 comentários:

  1. Gostei muito desse poema, existe uma reflexão muito boa. Parabéns. Como sou um leitor assíduo do seu Blog peço que não fique tanto tempo sem nós, porque não conseguimos ficar tanto tempo sem você.

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  2. concordo com o Thiago.
    Acho engraçado que dia de quinta é o dia do estudo dizendo você, mas ai você vai e escreve três texto lindos e eu não posso falar com você. Você tem de rever sua desculpas.

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