Há tempos que tenho dificuldade em escrever uma redação, por mais que me esforssace minhas notas continuava ruim. Na verdade nunca chegaram a ser vermelhas mais sempre fiquei insatisfeita com as avaliações dos meus professores. Ainda tenho sérios problemas com ortografia, sei que só lendo para reinverter essa situação- eu gosto de ler, mas tenho dificuldade em parar. Isso é consequência de uma rotina um tanto cheia, então acabo por não relaxar sempre agoniada quando não tenho nada pra fazer.
Costumo ter muita informação e ideias sobre os temas propostos, acabo por arriscar em narrar situações mais diferentes. Tudo isso surgi na minha cabeça com facilidade, mas na hora de transcrever minha imaginação vira uma salada de frases jogadas e ideias mal organizadas. Eu consigo entender perfeitamente o que escrevo, pena que os outros não.
Pois bem, a sugestão do meu pai foi clara. Faça um blog, para aprender a escrever é necessário escrever. Tudo se resume em prática. Seria então uma mesclagem de diário digital com caderno de redação.
Tive uma 'ispiraçãozinha' artística também. Assisti a um filme algum tempo atrás que trata de alguns conflitos adolescentes que realmente me identifiquei.
São personagens de classe média com entorno de quinze anos, que vivem festas, sexualidade, homossexualidade, desigualdade, depressão e paixões momentanias. Um filme que eu diria leve, uma produção brasileira que trata das coisas boas das vida. "As melhores coisas do mundo"de Laíz Bodanzky até me fez chorar, apesar que não tenho muita dificuldade com lágrimas, me emociono com facilidade. O personagem de Felipe Galvão (Fiuk) é salvo de um suicidio por que tinha um blog, do qual ele escrivia tudo que lhe vinha e seu padrasto gay persebeu em seu texto uma previo avizo de suicidio. Um tanto triste, mas eu gostei.
São personagens de classe média com entorno de quinze anos, que vivem festas, sexualidade, homossexualidade, desigualdade, depressão e paixões momentanias. Um filme que eu diria leve, uma produção brasileira que trata das coisas boas das vida. "As melhores coisas do mundo"de Laíz Bodanzky até me fez chorar, apesar que não tenho muita dificuldade com lágrimas, me emociono com facilidade. O personagem de Felipe Galvão (Fiuk) é salvo de um suicidio por que tinha um blog, do qual ele escrivia tudo que lhe vinha e seu padrasto gay persebeu em seu texto uma previo avizo de suicidio. Um tanto triste, mas eu gostei.E finalmente, não devo deixar de citar aquele que neste momento está me deliciando com suas músicas sobre o amor e sobre inovação. Exatamente dia sete de Julho farão 20 anos de sua ausência, deixou nos aos 32 anos, primeiro artista brasileiro a assumir publicamente ter AIDS. Cazuza.
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